Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 10/02/2026
(Foto: Radar News Diário)
Porto Walter assiste, mais uma
vez, ao avanço do descaso ambiental e da irresponsabilidade administrativa. Segundo
denúncia de moradores um novo lixão irregular está sendo formado a poucos
metros da garagem da própria Prefeitura, às margens do igarapé Maloca, um
igarapé que passa na comunidade indígena e depois desagua no rio Juruá causando
poluição. O cenário é revoltante: lixo jogado quase a céu aberto, sem qualquer
controle, fiscalização ou respeito à lei.
O mais grave é que logo abaixo da área desse deposito de lixo tem o banho do Sinteac, abaixo do banho também tem moradores de uma comunidade indígenas. Ou seja, enquanto o poder público fecha os olhos, famílias inteiras ficam expostas à contaminação por chorume, um líquido tóxico que sem dúvidas escorre do lixo e infiltra no solo, levando doenças, bactérias e metais pesados para dentro da água.
A pergunta que não quer calar é:
como pode um lixão ilegal surgir praticamente dentro da estrutura da Prefeitura
sem que ninguém veja, que ninguém fiscalize e ninguém seja responsabilizado? Ou
a gestão municipal perdeu completamente o controle ambiental do município, ou
escolheu fingir que não vê.
A Política Nacional de Resíduos
Sólidos é clara: lixões a céu aberto são proibidos. O que está acontecendo em
Porto Walter não é falta de lei é falta de gestão municipal, de compromisso e
de respeito com a população, especialmente com os povos indígenas, que mais uma
vez pagam o preço da negligência do poder público.
Enquanto discursos bonitos são
feitos em eventos e redes sociais, na prática o que se vê é lixo, contaminação
e risco iminente à saúde pública. Se nada for feito de forma imediata, o
igarapé Maloca pode se tornar mais uma vítima silenciosa da incompetência
administrativa.
Nossa reportagem procurou o
presidente da câmara Rosildo Cassiano, “segundo ele não tinha
conhecimento dessa denuncia, segundo o presidente, que eu procurasse alguém que
fosse responsável pela a gestão”. Sabemos que nada melhor fora o povo
para fiscalizar a gestão é os vereadores que representa o povo do município.
Nossa equipe procurou o vereador Racildo
Cameli, segundo o vereador” não é do seu conhecimento que isso esteja
acontecendo, mas segundo o vereador é de seu conhecimento quanto época de
inverno ser colocado material de poda e entulho devido o acesso para o lixão
que é ruim e depois é removido”, mas falou que vai averiguar outro dia
a denúncia essas foram as palavras do vereador.
A população cobra respostas,
providências urgentes e responsabilização. O meio ambiente não pode esperar, a
saúde não pode esperar e os povos indígenas não podem continuar sendo tratados
como invisíveis. Porto Walter não pode aceitar que um lixão ilegal seja o
retrato da atual gestão.
a população de porto Walter pede com urgência uma fiscalização ao local dos órgãos competentes.
Veja os vídeos da denúncia.
Fica o espaço aguardando alguém
de direito que queira usar o espaço da matéria para explicar sobre esse
assunto: contato@radarnewsdiario.com.br