DESCASO DA PONTE: SEGUNDOU COM TRISTES CENAS ????
Segundou com tristes cenas de uma realidade que se repete há décadas, trazendo sofrimentos, riscos e danos imensuráveis
Por: Edilberto Araújo | 10/02/2026
(Charge: Edilberto IA )
O Brasil virou refém de
instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar
o país enquanto o povo afunda na miséria e seus representantes fecham os olhos
fingindo que não ver.
O Congresso negocia poder emendas
privilégios e se cala, dizendo não para o trabalhador e pagadores de impostos.
O STF rasga a Constituição com
decisões políticas e monocráticas que agora segundo as atitudes se acha ser o
mandão no país.
O Banco Central sofre pressão
enquanto o brasileiro paga juros abusivos e impostos sufocantes.
No Brasil não há confiança. Há
conivência com a bagaceira da corrupção do PT.
O Brasil vive uma crise profunda
de credibilidade institucional. Em meio a escândalos, gastos bilionários,
decisões controversas e um país afundado em impostos, inflação e miséria, surge
a pergunta que ecoa nas ruas: em quem o povo brasileiro ainda pode confiar?
No Congresso Nacional, grande
parte dos parlamentares parece mais preocupada em negociar cargos, emendas e
privilégios do que em representar a vontade popular. Projetos que beneficiam o
cidadão comum são engavetados, enquanto aumentos salariais, fundos eleitorais
milionários e acordos de bastidores avançam sem resistência. O Congresso virou
sinônimo de autoproteção e distanciamento do povo.
O STF, que deveria ser o guardião
da Constituição, passou a atuar de forma cada vez mais política. Decisões
monocráticas, interferência em outros Poderes e julgamentos seletivos minaram a
confiança da população. Para muitos brasileiros, a Justiça deixou de ser cega e
passou a escolher lados, enfraquecendo o Estado Democrático de Direito.
Já o Banco Central, embora tente
manter um discurso técnico, sofre constante pressão política do governo do PT.
A independência da instituição é questionada diariamente, enquanto o brasileiro
comum paga a conta com juros altos, crédito restrito e custo de vida sufocante.
No fim, quem perde é sempre o trabalhador.
Diante desse cenário, o
sentimento que domina o país é o da descrença total. O povo trabalha, paga
impostos abusivos, enfrenta serviços públicos precários e assiste, impotente, à
multiplicação de escândalos de corrupção sem punição exemplar.
A verdade é dura: as instituições
falharam com o povo brasileiro. Enquanto Congresso, STF e governo trocam
acusações e protegem seus próprios interesses, o Brasil continua sendo saqueado
pelo os ratos do dinheiro público. A confiança foi quebrada e reconquistá-la
exigirá algo que hoje parece raro e muito difícil em Brasília:
responsabilidade, transparência e respeito ao cidadão faz anos que deixou de
existir.
Nenhuma dessas instituições
representa hoje a voz do povo brasileiro. Eles representam o sistema o sistema
corrupto em que vive o governo e as instituições.
O Brasil não é governado é
explorado por grupos corruptos que tomou conta do país.
E a pergunta que ecoa nas ruas é
simples e revoltante: em quem confiar quando todos falham?
E agora qual mesma a resposta: em
quem confiar?