Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 28/01/2026
((Foto: BONNIE CASH/EFE/EPA))
O secretário de Estado dos EUA,
Marco Rubio, advertiu em postagem que o presidente do país, Donald Trump, não descarta o
uso da força se a ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, não cooperar
com o governo americano.
A declaração faz parte do
discurso que o chefe da diplomacia americana proferirá nesta quarta-feira (28)
perante o Senado para explicar a política utilizada pela Casa Branca na
Venezuela após o ataque de 3 de janeiro em Caracas que resultou na captura do
ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
"Supervisionaremos de perto
o desempenho das autoridades interinas à medida que cooperem com nosso plano
por etapas para restabelecer a estabilidade na Venezuela. Que não haja dúvida:
como declarou o presidente, estamos preparados para usar a força a fim de
garantir a máxima cooperação se outros métodos fracassarem", diz o
discurso de Rubio, publicado na terça-feira pelo Departamento de Estado.
Segundo Rubio, os EUA espera que
"isso não seja necessário", mas adverte que o governo Trump
"nunca se esquivará" de seu dever com o povo americano nem com sua
missão de liderar o continente americano.
"Rodríguez está plenamente
consciente do destino de Maduro; acreditamos que, por seu próprio interesse
pessoal, coincide com o avanço de nossos objetivos", diz ainda o texto.
O discurso de Rubio no Senado
ocorrerá depois de, nesta mesma semana, Delcy Rodríguez ter dito que seu regime
interino não aceitará mais ordens externas. Trump amenizou a declaração da
sucessora de Maduro um dia depois, dizendo que tem "muito boa relação"
com ela.
Uma série de relatórios das
agências de inteligência dos EUA levantaram questionamentos sobre a cooperação
da ditadora interina Delcy Rodríguez com o governo de Donald Trump, segundo
revelaram quatro pessoas familiarizadas com os documentos à Reuters.
Essa avaliação aponta que não
está claro se ela está totalmente alinhada com a estratégia americana para o
país. Washington pressionou o regime a abandonar antigos aliados considerados
ameaças no hemisfério como Rússia, China e Irã, o que fez ou sinalizou que
acataria até o momento.