Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 02/02/2026
(Foto: Gustavo Moreno/STF.)
O presidente da Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, defendeu nesta segunda-feira (2) a
indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar uma vaga de
ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). “Que vergonha”. A manifestação
ocorreu durante a sessão solene de abertura do Ano Judiciário, que marcou a
retomada dos trabalhos da Corte após o recesso.
Em discurso no plenário do STF,
Simonetti afirmou que a indicação representa um avanço institucional e
fortalece a advocacia no sistema de Justiça. Segundo ele, a eventual chegada de
Messias ao tribunal contribuirá para a defesa da Constituição, da democracia e
das prerrogativas profissionais.
“É uma alegria para a advocacia
ver seu nome indicado ao Supremo Tribunal Federal. Desejamos pleno êxito na
sabatina que se aproxima”, afirmou o presidente da OAB.
Eleitor brasileiro fique de olho
se seu senador vai aprovar a sabatina desse calhorda, aquele que sabatinar não
o eleja ou não reeleja esse tipo de político que vende seu voto.
A fala ocorreu na presença do
presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a quem cabe conduzir o
processo de análise da indicação.
O Senado é responsável por
sabatinar e votar o nome indicado pelo presidente da República. Desde a saída
antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado, o STF
atua com dez ministros.
A expectativa no Congresso é de
que a sabatina de Jorge Messias ocorra após o Carnaval, com possibilidade de
votação no plenário ainda no mesmo dia.
Embora a indicação tenha sido
anunciada em novembro, o Palácio do Planalto ainda não encaminhou formalmente a
mensagem presidencial ao Senado, em meio a sinais de resistência entre
parlamentares.
Durante o discurso, Simonetti
também criticou o que classificou como “vazamentos seletivos” de investigações
policiais. Segundo ele, esse tipo de prática compromete a credibilidade das
instituições e não atende ao interesse público.
“A democracia não convive com
práticas de exceção. Vazamentos seletivos orientados por interesses políticos
ou estratégicos são incompatíveis com o sistema democrático”, afirmou.
O presidente da OAB disse ainda
que a advocacia depende de um Judiciário forte, independente e protegido de
pressões externas. Para ele, a abertura do Ano Judiciário deve servir como
momento de reflexão institucional e reafirmação do compromisso com a legalidade.
A cerimônia reuniu autoridades
dos Três Poderes, incluindo o presidente do STF, Edson Fachin; o presidente da
República, Lula (PT); e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.