Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 18/01/2026
(Reprodução Igreja da Assunção é incendiada em Santiago, no Chile. (Foto: Claudio Reyes/AFP))
A relação da esquerda com a
religião não é de crítica. É de ódio. Um ódio declarado, estratégico e
histórico. Onde a esquerda chega ao poder, a fé vira inimiga do Estado. Não por
acaso, mas por necessidade. A religião representa o último território que a
esquerda não consegue ocupar completamente.
A fé cristã ensina que existe uma
autoridade acima de governos, tribunais e ideologias. Para a esquerda, isso é
intolerável. Seu projeto exige obediência cega ao Estado e submissão total ao
pensamento único. Quem crê em Deus não aceita o Estado como divindade, nem
líderes políticos como salvadores da humanidade. E é exatamente por isso que a
religião precisa ser silenciada.
Todos os regimes de esquerda
perseguiram a fé. Não há exceção. União Soviética, Cuba, China, Coreia do
Norte, Venezuela. Igrejas fechadas, líderes presos, fiéis vigiados. A história
está registrada, documentada e ignorada por conveniência ideológica. Sempre que
a esquerda manda, a Bíblia vira contrabando e a oração se torna ato de
resistência.
No Brasil, a perseguição é mais
covarde. Não se usa fuzil, usa-se toga. Não se fecha igreja à força, sufoca-se
com multas, processos, censura e intimidação. Pastores são tratados como
criminosos por pregarem o que está na Bíblia. Fiéis são ridicularizados,
criminalizados e empurrados para o silêncio.
A esquerda não suporta a religião
porque ela desmonta sua farsa moral. Enquanto a esquerda posa de defensora dos
pobres, a igreja está lá, na ponta, alimentando, acolhendo, recuperando
dependentes e salvando famílias sem propaganda, sem verba pública e sem
militância. Isso expõe o fracasso do Estado inchado e ineficiente.
A guerra contra a fé também é
cultural. Valores cristãos como família, vida, responsabilidade e verdade são
tratados como “ódio”. A Bíblia é rotulada como discurso perigoso. Tudo o que
não se curva à agenda ideológica é tachado de extremismo. O objetivo é claro:
desmoralizar a fé para justificar sua eliminação do espaço público.
A esquerda precisa destruir a
religião porque sabe que pessoas com fé pensam por conta própria. Não dependem
do Estado para ter esperança, propósito ou dignidade. Uma sociedade temente a
Deus é uma sociedade difícil de manipular. E a esquerda vive da manipulação.
O discurso de “Estado laico”
virou arma. Laicidade virou censura seletiva. A esquerda não quer um Estado
neutro, quer um Estado ateu e militante, onde qualquer ideologia é aceita,
menos a cristã.
A perseguição à religião é o
sinal clássico de que a democracia está apodrecendo. Quando pastores são
vigiados, igrejas atacadas e fiéis silenciados, não é mais debate político. É
autoritarismo em fase avançada.
A pergunta não é se a esquerda
vai continuar perseguindo a fé. A pergunta é se os cristãos vão continuar
fingindo que isso não está acontecendo.
Por: Edilberto Araújo