Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 05/02/2026
(Foto: (Arte/Markus Santos))
O Brasil vive hoje uma inversão
perigosa de valores institucionais. O Supremo Tribunal Federal ultrapassou os
limites constitucionais e passou a atuar como protagonista político, algo
incompatível com um regime democrático. Política não é, não foi e não pode ser
poder do STF.
Ministros que não receberam um
único voto do povo passaram a interferir diretamente no processo político
nacional, anulando decisões do Congresso, criando entendimentos com força de
lei e moldando o debate público conforme suas próprias convicções. Isso não é
justiça constitucional é ativismo político.
A separação dos Poderes,
princípio básico da Constituição, está sendo constantemente violada. O
Judiciário deixou de ser árbitro para se tornar jogador. Quando isso acontece,
a democracia enfraquece e a soberania popular é desprezada.
O STF não foi criado para
legislar, governar ou tutelar o eleitor. Seu papel é julgar conforme a
Constituição, e não reinterpretá-la de acordo com interesses políticos do
momento. Decisões monocráticas que impactam milhões de brasileiros não
substituem o debate parlamentar nem o voto popular.
O país não pode normalizar a
judicialização da política nem aceitar a politização da Justiça. Se ministros
governam e parlamentares apenas assistem, o Estado Democrático de Direito se
torna apenas um discurso vazio.
Política é responsabilidade de
quem foi eleito pelo povo. O STF deve cumprir sua função constitucional:
julgar. Governar é tarefa do Executivo, legislar é dever do Congresso. Qualquer
coisa fora disso é abuso de poder.