Orquestra Desafinada

Vamos falar em política?

11/12/2025

Orquestra Desafinada

Vamos falar em política?

Me diz aí como andam as articulações do seu município que eu te conto como andam aqui por Acrelândia.

O primeiro município do Acre, tem suas particularidades e um jeito que talvez difere dos outros.

O prefeito Olavinho Boiadeiro é pré-candidato a deputado estadual e isso é fato. Mas o irmão do seu vice-Graia também pretende pleitear uma cadeira na ALEAC, estamos falando de Eracides Caetano, secretário do Bocalom.

Mas conhecendo a linha do vice-Graia, a gente sabe que ele irá cumprir a palavra com o Boiadeiro e deixando o irmão sem o apoio. Até porque ele faz valer o dito popular, " Quem chega primeiro bebe água limpa".

Outra coisa interessante é que até o momento o Olavinho não deixou claro quem ele vai apoiar ao governo.

Seria talvez uma cautela aguardando uma possível candidatura do Bocalom ao cargo?

Lembrem-se que Acrelândia tem os muros baixos facilitando os ouvidos a captar muita coisa né?

Então o que dizer sobre Bocalom?

Todos sabemos que ele tem muito peso aqui em Acrelândia aonde é seu ninho, município que projetou seu nome a nível de estado, onde tem parte de seus empreendimentos, família etc.

A pergunta que não cala, Quem Bocalom vai apoiar? Olavinho Boiadeiro ou Eracides Caetano que hoje é seu secretário de agricultura e homem de confiança de uma vida inteira?

Pediria então votos para os dois sabendo que dividindo os votos complicaria ambos?

Na verdade, o jogo é bruto.

Basta participar de rodas de conversas pra ver que essa orquestra está desafinada.

O prefeito Olavinho Boiadeiro precisa fazer um bom uso da batuta e mostrar quem é o maestro.

Onde já se viu isso?

A base do prefeito na Câmara se fosse uma laranja não daria pra tirar uma colher de suco em se tratando de apoio a ele para estadual.

Isso porque ainda não estamos falando do primeiro escalão. Será que estão afinados?

Um comerciante da cidade até comentou que se fosse ele já teria dado um jeito, pois os tais parlamentares têm muitos indicados dentro da gestão.

Aí entra a força do vice-Graia.

Pau é pau e pedra é pedra.

Ele daria um brado!!!

Quem tá comigo?

E quem não tivesse, desocuparia a vaga. Na política é assim que funciona.

É como um ônibus, onde os aliados ocupam as primeiras poltronas e quem chega por último vai lá pra trás.

E aí caro leitor, vamos aguardar as próximas mexidas das pedras nesse tabuleiro.

 

Aguardo vocês por aqui.

 

Da Redação