Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 05/02/2026
(Foto: Roque de Sá/Agência Senado)
Nos últimos meses, o Senado
Federal tem registrado um aumento significativo de pedidos de impeachment
contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. As
solicitações partem de parlamentares, juristas, entidades civis e cidadãos comuns,
e refletem um ambiente de forte tensão institucional entre parte da sociedade,
o Judiciário e o Legislativo.
Entre as principais
justificativas apontadas pelos autores dos pedidos estão as decisões
monocráticas tomadas pelo ministro, especialmente no âmbito dos inquéritos que
investigam atos antidemocráticos e disseminação de desinformação. Críticos
afirmam que Moraes acumula funções de investigador, acusador e julgador, o que,
segundo eles, fere princípios constitucionais como o devido processo legal, o
contraditório e a ampla defesa.
Outro ponto frequentemente citado
é a determinação de bloqueio de perfis em redes sociais, remoção de conteúdos e
suspensão de contas de parlamentares, jornalistas e influenciadores. Para os
críticos, essas medidas representam censura prévia e afronta à liberdade de
expressão garantida pela Constituição. Já defensores do ministro argumentam que
as decisões visam proteger a democracia e conter ataques às instituições.
Os pedidos também mencionam a
aplicação de multas elevadas, prisões preventivas e buscas e apreensões
consideradas desproporcionais, além da condução dos inquéritos das chamadas
“fake news” e “atos golpistas”, que seguem sob sigilo e sem prazo definido para
encerramento, o que alimenta questionamentos sobre abuso de poder.
No campo político, o aumento dos
pedidos de impeachment ocorre em um contexto de polarização intensa e
aproximação do ciclo eleitoral de 2026. Parlamentares da oposição acusam o STF
de interferir no debate político e de extrapolar suas atribuições constitucionais,
enquanto aliados do governo e da Corte veem os ataques como tentativa de
enfraquecer o Judiciário.
Apesar do volume crescente de
pedidos, nenhum impeachment de ministro do STF avançou até o momento, já que
cabe ao presidente do Senado decidir se aceita ou não a abertura do processo.
Até agora, a maioria das solicitações permanece engavetada, o que também gera
críticas e pressão popular sobre o Legislativo.
O cenário revela não apenas a
insatisfação de parte da sociedade com decisões judiciais, mas também um
impasse institucional que reacende o debate sobre limites de poder, freios e
contrapesos entre os Poderes da República e o papel do Senado como fiscalizador
da Suprema Corte.