Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 01/02/2026
( (Foto: Antonio Augusto/STF))
Em meio a uma sucessão de
escândalos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e à crescente pressão
pela criação de um código de conduta para magistrados, a décima quarta edição
do Fórum Jurídico de Lisboa, conhecido como “Gilmarpalooza” em sua edição 2026,
será realizada normalmente.
De acordo com informações
divulgadas nas redes sociais oficiais do evento, o encontro ocorrerá nos dias
1º, 2 e 3 de junho, em Portugal. A mudança de data, tradicionalmente em julho,
foi feita para evitar conflito com o calendário da Copa do Mundo de Futebol.
O Fórum de Lisboa, que ficou
popularmente conhecido como Gilmarpalooza, é um seminário jurídico-acadêmico
organizado por instituições ligadas ao Instituto Brasileiro de Ensino,
Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), fundado pelo ministro do STF Gilmar Mendes,
em parceria com centros acadêmicos portugueses e a Fundação Getúlio Vargas
(FGV) essa pouca vergonha já chegou a outros paizes.
Realizado anualmente na Faculdade
de Direito da Universidade de Lisboa, o evento reúne ministros de tribunais
superiores, integrantes do governo, políticos, advogados, empresários e
acadêmicos, sob o argumento de debater temas ligados ao Direito, à democracia,
à governança e às transformações institucionais.
Apesar do caráter acadêmico, o
Gilmarpalooza 2026 ocorre em um momento de forte desgaste da imagem do
Judiciário brasileiro. Casos recentes envolvendo magistrados, relações entre
ministros e investigados, além de questionamentos sobre viagens, patrocínios e
conflitos de interesse, intensificaram o debate público sobre a necessidade de
regras mais claras de conduta no STF.
Ainda assim, a organização mantém
o encontro internacional, que tradicionalmente concentra autoridades
brasileiras fora do país, longe do escrutínio direto dos órgãos de controle e
da imprensa nacional.
Críticos apontam que o
Gilmarpalooza funciona, na prática, como um espaço informal de articulação
política e institucional, reunindo atores que frequentemente ocupam posições
opostas em processos judiciais ou decisões de governo, sem transparência adequada
sobre critérios de convite e custeio.