Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 26/01/2026
(Foto divulgação)
“CUIDADO” Quando você eleitor for
escolher seu candidato a governo e ao senado, politico que tem esse tipo de
ideia merece ser sacado fora da politica e nunca mais ser eleito a cargo
nenhum.
Em um movimento que escancara a
inversão completa de prioridades, o governo do Acre decidiu criar um serviço
estadual de loteria, institucionalizando a jogatina e transformando o vício em
política pública. Em vez de combater a pobreza, o Estado passa a lucrar com ela,
de quem nasceu essa ideia de deixar a população de baixa renda mais miserável.
A medida atinge em cheio uma
população já fragilizada por desemprego, baixos salários e dependência
crescente de programas sociais. Ao legalizar e incentivar jogos de azar, o
governo empurra o cidadão para a ilusão do “prêmio fácil que não existe”,
enquanto se omite de suas obrigações básicas: de gerar desenvolvimento, emprego
e dignidade incentiva o povo ficar mais miserável com o vício do jogo.
Não se trata de modernização ou
inovação econômica, mas de exploração social. O Estado, incapaz de criar um
ambiente favorável à produção e ao trabalho, escolhe o caminho mais fácil e
perverso para a população: arrecadar em cima da esperança dos mais pobres. Cada
bilhete vendido é um imposto disfarçado, cobrado principalmente de quem menos
pode pagar.
Onde estão os deputados estaduais
que não toma as providencias com um projeto que só vai deixar as pessoas mais pobres,
população estamos em ano de eleição cobre do seu deputado a derrubada desse
projeto que não traz benefício nenhum para os acreanos.
Os impactos são conhecidos e
ignorados deliberadamente: endividamento familiar, aumento do vício em jogos de
azar, conflitos domésticos e mais pressão sobre o já precário sistema de
assistência social. O governo fecha os olhos para as consequências e abre o
caixa para a arrecadação tirando dos mais pobre que sonha em ganhar.
O Acre, que já figura entre os
estados mais pobres do país, agora entra para a lista dos que oficializam a
jogatina como estratégia financeira para arrecadar. É o retrato de um Estado
falido em ideias, que prefere apostar contra o próprio povo a enfrentar os
verdadeiros desafios do desenvolvimento da miséria que vai deixar muitos
acreanos.
Ao invés de fábricas, incentivos
à produção e oportunidades reais, o governo entrega raspadinhas, apostas e
falsas promessas para seu povo. O resultado é previsível: mais miséria, mais
dependência e um ciclo de pobreza cada vez mais difícil de romper.
A pergunta não é se a loteria
estadual vai arrecadar. A pergunta é quanto custará, socialmente, essa escolha
irresponsável. Porque quando o governo aposta, quem perde é sempre o povo.
Parabéns, governador com essa
ideia maligna, agora é hora de refletir se vale apenas ter políticos representando
o Acre com esse tipo de projeto.