Governo brasileiro cada dia deixa os brasileiros mais analfabetos

Com cortes no orçamento das universidades federais ameaçam funcionamento em especial da UFAC/ACRE em 2026; redução será de quase R$ 400 milhões esse é o maior incentivo ao analfabetismo no Brasil.

Por: Edilberto Araújo | 26/12/2025

Governo brasileiro cada dia deixa os brasileiros mais analfabetos

O governo brasileiro cada ano faz de tudo para deixar os brasileiros mais analfabetos para que o povo não consiga entender o porquê para o governo melhor é deixar a maioria analfabetos.  

Começando pelo os cortes de recursos nas universidades federais brasileiras que vai enfrentar um novo cenário de restrição financeira em 2026, com a redução de quase R$ 400 milhões no orçamento discricionário aprovada pelo Congresso Nacional. Entre as instituições impactadas está a Universidade Federal do Acre (UFAC), que já lida com limitações orçamentárias e vê agravadas as dificuldades para manter atividades essenciais, tudo isso com ajuda da câmara dos deputados e do senado federal

O orçamento discricionário é responsável por custear despesas básicas do funcionamento universitário, exemplo, como pagamento de água, energia elétrica, segurança patrimonial, limpeza, manutenção de prédios e apoio a atividades acadêmicas. Com o corte, as universidades inclusive a UFAC poderá ter comprometida a rotina dos campi de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, afetando diretamente o ensino, a pesquisa e as ações de extensão desenvolvidas junto às comunidades brasileiras e acreana.

Uma das áreas mais sensíveis é a assistência estudantil. Programas de auxílio permanência, moradia, alimentação e transporte, fundamentais para estudantes em situação de vulnerabilidade social que existe no país, correm risco de sofrer redução. Na UFAC, esses auxílios são considerados estratégicos para garantir o acesso e a permanência de alunos do interior dos estados do país, e de comunidades indígenas, ribeirinhas e de baixa renda.

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) manifestou preocupação com o cenário e alertou que o orçamento previsto para 2026 será inferior ao de 2025. Segundo a entidade, a queda ocorre em um contexto de inflação acumulada e de reajustes contratuais, o que reduz ainda mais a capacidade das universidades de manter seus compromissos financeiros.

Para a UFAC/ACRE, os cortes representam um desafio adicional em um Estado onde a universidade federal desempenha papel central na formação de profissionais, na produção científica e no desenvolvimento regional. Gestores e a comunidade acadêmica alertam que a manutenção do ensino público, gratuito e de qualidade depende de um financiamento compatível com as demandas reais das instituições no Brasil.