Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 20/12/2025
O governador do Acre, Gladson
Cameli (PP), já começa a ser citado nos bastidores como um pré-candidato do
sistema que não tem nada a ver com direita, ele vem se destacando como
pré-candidato ao Senado Federal nas eleições de 2026. Embora ainda evite
anúncios oficiais, aliados próximos tratam o movimento como natural dentro da
estratégia de continuidade de poder do atual grupo político que governa o
Estado.
Após dois mandatos no Palácio Rio
Branco, Cameli surge como um dos principais nomes do chamado “sistema político que
hoje governa o Brasil”, estrutura formada por alianças tradicionais, partidos
consolidados e grupos que há décadas se revezam nos principais cargos eletivos.
Sua eventual pré-candidatura ao Senado é vista como uma tentativa de manter
influência em Brasília e preservar espaços estratégicos para seu grupo político
dentro do sistema.
Críticos apontam que, apesar do
discurso de renovação adotado em campanhas anteriores, o governador hoje
representa a política tradicional, sustentada por acordos, indicações e
alianças pragmáticas. Para esses analistas, a pré-candidatura de Gladson Cameli
reforça a tese de que o sistema se reorganiza, mas não se renova, apenas muda
de posição no tabuleiro eleitoral.
Por outro lado, aliados defendem
que Cameli possui capital político, recall eleitoral e experiência
administrativa suficientes para disputar uma vaga no Senado, argumentando que o
Acre precisa de representantes com trânsito político e força dentro do Congresso
Nacional, más que a maioria sabe isso é uma farsa ele vai mesmo defender o
sistema, até porque já deve favores.
Com a aproximação de 2026, o nome
de Gladson Cameli tende a polarizar o debate: de um lado, como um político
experiente e competitivo; de outro, como mais um representante do sistema que
domina a política no Brasil há alguns anos. A disputa promete expor o embate
entre continuidade e renovação, tema que deve marcar o próximo ciclo eleitoral
no Estado do Acre.
Pode não ser de esquerda, mas com
certeza de direita também não é, mas sem dúvidas é sistema há dúvidas.