A história política do Acre
mostra que cada eleição representa uma oportunidade de mudança, mas também uma
grande responsabilidade para o eleitor. Na disputa pelo Governo do Estado, a
população terá novamente a missão de escolher quem estará à frente do Acre
pelos próximos quatro anos.
A pergunta que precisa ser feita
é simples: qual candidato realmente reúne as melhores condições para conduzir o
Estado, enfrentar seus problemas e apresentar resultados concretos para a
população?
Entre os nomes que vêm ganhando
maior destaque na corrida eleitoral está Alan Rick, político já conhecido dos
eleitores acreanos. Sua trajetória e suas recentes posições públicas vêm
provocando debates e opiniões divergentes entre a população. Episódios como a
discussão envolvendo o aeroporto também passaram a fazer parte do debate
político e devem ser avaliados pelo eleitor dentro do conjunto de sua atuação
pública e arrogância.
Mailza Assis, por sua vez,
apresenta-se ao eleitorado com uma trajetória ligada à gestão pública. Como
candidata ao Governo, sua eventual administração deverá ser avaliada
principalmente pelos resultados que conseguir apresentar caso seja eleita. Para
o eleitor, será importante conhecer suas propostas, sua equipe e,
principalmente, como pretende enfrentar os principais desafios econômicos e
sociais do Acre.
Já Bocalom chega à disputa com
uma longa trajetória política e experiência acumulada em diferentes mandatos.
Seu histórico público também será colocado na balança pelo eleitor. Entre os
pontos apresentados por seus apoiadores está o fato de não possuir condenação
por desvio de recursos públicos, embora, como qualquer candidato, suas
propostas e sua trajetória devam ser analisadas criticamente pela população.
No fim das contas, a decisão não
será dos partidos, dos grupos políticos ou das pesquisas: será do eleitor.
O cidadão acreano precisa
analisar propostas, passado político, capacidade administrativa, compromisso
com o desenvolvimento do Estado e, principalmente, quem demonstra estar
preparado para enfrentar os problemas que atingem saúde, educação, segurança, agricultura,
infraestrutura e geração de emprego e renda.
Uma escolha equivocada poderá ter
consequências durante todo o mandato. Por isso, antes de apertar o botão da
urna, o eleitor precisa pesquisar, comparar e cobrar respostas.
O futuro do Acre estará novamente
nas mãos do eleitor. A responsabilidade de escolher é individual, mas as
consequências serão sentidas por todos.