Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 26/01/2026
((Foto: Pedro França/Agência Senado))
O diretor-executivo da
organização Transparência Internacional Brasil, Bruno Brandão, publicou um
artigo no portal Amado Mundo, nesta segunda-feira (26), sobre uma nota do
presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em que o
magistrado saiu em defesa do ministro Dias Toffoli, em meio às polêmicas
envolvendo as decisões e descobertas da imprensa sobre as ligações entre o
ministro e o Banco Master.
O artigo classifica a nota como
"criticável pela defesa, ainda que ruborizada, do indefensável
Toffoli", mas elogia o histórico discreto do magistrado e a proposta de um
código de ética.
"Fachin jamais diria em
nota, mas sabe bem que a maior ameaça hoje ao Supremo está dentro do tribunal.
As maiores ameaças ao Sistema de Justiça estão dentro dos tribunais, no Brasil
inteiro. Não é por outra razão que, em um dos seus primeiros atos no CNJ,
instalou um Observatório de Transparência e Integridade no Poder Judiciário e
está promovendo a adoção de um Código de Ética no STF. Medidas acanhadas para o
tamanho do buraco, mas são sinalizações importantes – que já estão sendo
sabotadas por seus vários adversários", opinou.
Ministros defendem que Fachin
aguarde ano eleitoral para discutir código
Fachin tem articulado pela
criação do código de conduta desde que assumiu a Presidência da Corte. A
inspiração vem de 2012, antes de sua nomeação ao STF. A maioria dos ministros,
de acordo com ele, concorda com a ideia, mas argumenta que este não é o momento
apropriado, por conta do ano eleitoral.
A seção de São Paulo da Ordem dos
Advogados do Brasil enviou uma proposta de código de ética na última sexta-feira
(23). O texto é fruto de um trabalho de uma comissão que inclui ex-ministros
como Ellen Gracie e Cezar Peluso e ex-ministros da Justiça como Miguel Reale
Júnior e José Eduardo Cardozo. Entre os trechos está a proibição a reuniões
privadas entre ministros e partes em processos em andamento, além de prever
mecanismos para prevenir conflito de interesses.