Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 04/02/2026
(Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados.)
A deputada federal Caroline de
Toni decidiu deixar o PL após as definições da cúpula nacional do partido sobre
a composição da chapa ao Senado em Santa Catarina. A decisão foi comunicada ao
presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, nesta quarta-feira (4).
De Toni articulava uma
candidatura ao Senado pelo partido, mas o PL optou por priorizar uma aliança
com o PP no estado. O desenho em discussão prevê a indicação do senador
Esperidião Amin como um dos nomes da chapa, além do ex-vereador Carlos
Bolsonaro (PL-RJ).
Com isso, a deputada ficou fora
da composição.
Segundo interlocutores, Valdemar
Costa Neto explicou que a estratégia está alinhada a acordos nacionais firmados
com o PP, comandado por Ciro Nogueira, e envolve negociações que também
abrangem outros estados, como o Rio Grande do Sul.
Durante as conversas, a direção
do PL apresentou alternativas para a permanência da deputada no partido. Entre
elas, a possibilidade de integrar a chapa estadual como candidata a
vice-governadora, ao lado de Jorginho Mello, que busca a reeleição em SC. A
proposta, no entanto, não foi aceita.
Também foi mencionada a oferta de
liderança da bancada na Câmara em uma próxima legislatura, condicionada à
disputa pela reeleição como deputada federal.
Com a saída encaminhada, Caroline
de Toni passou a dialogar com outras legendas. Aliados afirmam que a deputada
recebeu convites de diferentes partidos e avalia o próximo destino político. A
tendência, segundo fontes próximas, é de filiação ao Partido Novo, que teria
sinalizado espaço para a disputa ao Senado.