Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
05/12/2025
A deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos-AC)
protagonizou mais um capítulo da crise que envolve seu nome e o do marido, o
também deputado e pastor Silas Câmara (Republicanos-AM). Na manhã desta
sexta-feira (5), ela anunciou nas redes sociais que, na véspera, desembarcou em
Rio Preto da Eva, no Amazonas, para fiscalizar pessoalmente o Projeto Torre da
Cidadania, de iniciativa do Departamento Missionário Político da Assembleia de
Deus no Amazonas – DEMPADAM, apoiado por Silas, e que agora está sob os holofotes
devido às polêmicas que cercam o casal.
A visita ocorre justamente enquanto as redes sociais fervem
com acusações públicas de que Silas estaria traindo a parlamentar,
transformando o caso em um dos assuntos mais comentados no meio político e
religioso da região.
Na postagem, feita em tom firme e nitidamente calculado, a
deputada relatou ter se reunido com a prefeita Socorro Nogueira para verificar
se havia algum tipo de parceria ou suporte institucional ao projeto religioso.
“Ontem estive na Prefeitura de Rio Preto da Eva, em reunião com a prefeita
Socorro Nogueira, para averiguar se o Projeto Torre da Cidadania tinha parceria
com o município. Após a verificação, constatamos que não há qualquer vínculo
oficial e que o terreno utilizado é particular, alugado de uma pessoa ilustre
do município”, declarou.
A deputada fez questão de reforçar que a vistoria contou com
a presença dos pastores Rogério e Marta, numa tentativa evidente de dar maior
peso institucional à checagem – gesto que pode ser interpretado como um recado
direto aos setores da Assembleia de Deus que orbitam em torno de Silas Câmara.
“Seguimos trabalhando com seriedade, transparência e compromisso com a
verdade”, concluiu Antônia.
A prefeitura de Rio Preto da Eva ainda não se manifestou
oficialmente sobre a checagem, mas a movimentação da deputada ampliou o
desgaste político do caso, reacendendo debates sobre o uso de estruturas
religiosas e públicas em meio a uma crise pessoal que ganhou contornos de
guerra pública.
Da Redação