Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 22/01/2026
(Foto: Reprodução/ TV Globo)
O Big Brother Brasil, que um dia
se vendeu como um experimento social e entretenimento para a família
brasileira, vem se transformando, edição após edição, em um verdadeiro boletim
de ocorrência em horário nobre. O que se vê atualmente no BBB da Globo não é
convivência, estratégia ou jogo, mas sim agressões verbais, ameaças, acusações
graves, exposição vexatória e conflitos que mais lembram páginas policiais do
que um reality show.
Discussões que ultrapassam todos
os limites do respeito, xingamentos explícitos, humilhações públicas e
comportamentos abusivos passaram a ser tratados como “conteúdo”, enquanto a
emissora lucra com a audiência gerada pelo caos. O problema é que esse tipo de
espetáculo normaliza atitudes violentas e tóxicas, especialmente para um
público jovem que consome o programa diariamente.
A Globo, que sempre se colocou
como defensora de pautas sociais, diversidade e responsabilidade, fecha os
olhos quando o assunto é o próprio produto. Atitudes que, fora da casa,
poderiam resultar em processos ou até prisão, dentro do BBB viram “entretenimento”,
memes e engajamento nas redes sociais.
O reality deixou de ser um jogo e
virou um laboratório de conflitos extremos, onde o limite do aceitável é
constantemente empurrado para baixo. A pergunta que fica é: até onde vale ir
por audiência? E qual o preço social de transformar agressividade e degradação
humana em espetáculo?
Enquanto isso, o BBB segue
rendendo ibope, patrocinadores e lucro, mas perde credibilidade, essência e
qualquer compromisso com o entretenimento saudável. Para muitos brasileiros, o
programa já não é mais diversão, é apenas mais um retrato do sensacionalismo
travestido de reality show, digno de manchetes policiais.