Congresso, STF ou Banco Central: em qual desses o povo deve confiar no Brasil saqueado pelo PT?
O Brasil virou refém de instituições desacreditadas. Sob a gestão do PT, a corrupção volta a assombrar o país
Por: Edilberto Araújo | 20/01/2026
(Foto: CIMI/MA)
No Brasil, a pauta ambiental
deixou de ser proteção da natureza e virou instrumento de controle social,
ideológico e político. A regra é clara: o cidadão comum é obrigado a obedecer,
calar e pagar. Já o debate sobre riquezas naturais em determinadas áreas é
simplesmente proibido, tratado como pecado mortal, mesmo quando há pobreza
extrema ao redor.
Quem mora fora das áreas
“intocáveis” sofre na pele. É multado, criminalizado e tratado como inimigo da
floresta por tentar produzir, plantar, construir ou sobreviver. O pequeno
produtor vira bandido. O trabalhador vira ameaça ambiental. Enquanto isso, milhões
de hectares cheios de madeira de lei, riquezas naturais e potencial econômico
são blindados de qualquer discussão séria sobre uso responsável, manejo
sustentável ou geração de renda.
A pergunta que ninguém quer
responder é simples e incômoda: por que a lei ambiental pesa como uma bigorna
sobre uns e simplesmente não existe para outros? Por que o discurso de
preservação serve para impedir o desenvolvimento de regiões inteiras, enquanto
ONGs, burocratas e interesses internacionais ditam o que o brasileiro pode ou
não fazer dentro do próprio país?
A floresta virou santuário
ideológico. Questionar é crime moral. Debater é rotulado como ataque a povos
indígenas. Mas ninguém fala da miséria, da falta de saneamento, da ausência de
escolas decentes e da dependência eterna de programas sociais nas regiões mais
ricas em recursos naturais do Brasil.
Preservar não pode significar
condenar populações à pobreza perpétua. Defender indígenas não pode ser
desculpa para impedir qualquer modelo moderno de exploração responsável que
gere riqueza, emprego e dignidade. O que existe hoje não é defesa ambiental é
imobilismo conveniente para quem vive bem longe da realidade da Amazônia.
Enquanto isso, o cidadão comum
segue obrigado a respeitar regras cada vez mais duras, pagar a conta, cumprir
exigências absurdas e ainda aceitar o rótulo de destruidor do meio ambiente. A
madeira de lei está lá. As riquezas estão lá. Mas o brasileiro é proibido até
de discutir.
Esse ambientalismo seletivo não
salva a floresta. Ele salva narrativas, interesses e privilégios. E quem paga o
preço, mais uma vez, é o povo.
Preservar com responsabilidade é
dever. Impedir o desenvolvimento e silenciar o debate é covardia.
Por: Edilberto Araújo