Acre um Estado refém do assistencialismo e do fracasso político de seus representantes atuais

Só para se ter uma ideia o Acre hoje tem Valor médio do benefício no estado é de R$ 744,15. Investimento do Governo Federal para atender os 22 municípios

Por: Edilberto Araújo | 08/02/2026

Acre um Estado refém do assistencialismo e do fracasso político de seus representantes atuais

(Foto: charges reprodução IA)

 

Só para se ter uma ideia o Acre hoje tem Valor médio do benefício no estado é de R$ 744,15. Investimento do Governo Federal para atender os 22 municípios acreanos supera os R$ 90,7 milhões de reais

O Estado do Acre enfrenta hoje uma realidade preocupante e constrangedora: sua maior fonte de renda não vem da produção, da indústria ou do fortalecimento do setor privado, mas sim de recursos do governo federal, como programas sociais, aposentadorias, pensões e a folha de pagamento do funcionalismo público. Falta no Acre compromisso dos políticos que representa o Estado no nível federal e estadual todos são farinha do mesmo saco quando se fala de geração de emprego e renda.

Essa dependência escancara o fracasso histórico da classe política acreana que, só pensa em se dar bem e se beneficiar do voto em época de eleição, isso é que estamos vendo ao longo dos anos, os representantes não foram capazes de criar um projeto sério de desenvolvimento econômico. O Estado não produz riqueza, apenas consome repasses, ou seja, vive sempre na esmola do governo federal.

Na prática, o dinheiro que movimenta a economia acreana gira em torno do Bolsa Família, benefícios previdenciários e salários pagos pelo Estado e municípios. Isso revela um modelo econômico frágil e vergonhoso para o povo, um estado dependente e sem autonomia, resultado direto da falta de planejamento e visão estratégica dos políticos que comandam o Acre há décadas que continua essa pouca vergonha.

Enquanto outros estados buscam atrair investimentos, incentivar o agronegócio, fortalecer a indústria, o turismo e a geração de empregos, o Acre segue refém de repasses federais. O setor privado é sufocado por burocracia, falta de infraestrutura, insegurança jurídica e ausência de políticas sérias de desenvolvimento econômico.

Agora o que sobra mesmo no Acre é disposição para desvios do dinheiro público, autoridades envolvidas com corrupção outros com desvios, essa é a verdadeira situação que o povo do Acre se encontra mal representado pelo os políticos que se diz representar.

Essa dependência não é apenas um problema econômico, mas também social. Sem empregos de verdade, a população fica presa a programas assistenciais, que deveriam ser temporários, mas acabam se tornando permanentes. O resultado é um ciclo de estagnação, pobreza e falta de perspectivas de emprego para os jovens.

É impossível não classificar essa situação como uma vergonha política. Os mesmos discursos se repetem a cada eleição cada um pior que o outro, mas na prática o Acre continua sem um projeto sólido de desenvolvimento. Falta coragem para romper com o comodismo, enfrentar interesses políticos e trabalhar para tornar o estado produtivo e autossuficiente para sua gente trabalhadora.

O povo acreano merece mais do que viver de benefícios e salários públicos. Merece oportunidades, empregos, renda e dignidade. E isso só será possível quando a classe política assumir sua responsabilidade histórica pelo atraso econômico do Acre, ou quando o povo tirar toda essa corja que hoje tem mandato e colocar pessoas com ideias novas de crescimento para o estado.