Quem manda hoje no Brasil: o STF ou o Parlamento?

O congresso Nacional e o STF perderam a credibilidade com a sociedade brasileira o povo agora quer mudança.

Por: Edilberto Araújo | 01/04/2026

Quem manda hoje no Brasil: o STF ou o Parlamento?

(Foto: Radar News Diário)

 

Nos últimos anos, uma pergunta tem ganhado força no debate público: afinal, quem manda no Brasil o Congresso Nacional ou o Supremo Tribunal Federal (STF)? A discussão envolve o equilíbrio entre os poderes e o papel de cada instituição dentro da Constituição. hoje Gilmar Mendes e Xandão é quem dar a opinião final o que está certo ou errado, o congresso câmara e senado só serve para receber o contra- cheque e se vender por emenda parlamentar.

De 513 deputados acreditamos que 70% deles não representam o povo que neles votaram, trai o eleitor e vende seu voto a troco de emendar parlamentar para se beneficiar e em época de eleição ter recurso para fazer a chamada compra de voto.

O senado federal não é diferente da câmara federal, a prova maior é que, o gabinete de Davi Alcolumbre está lotado de pedido de impeachment de ministros e nenhum foi a votação. Outro exemplo é, quando vai ser sabatinado ministro STF e PGR a grande maioria aprova a indicação do presidente quando não é da vontade da população.

O congresso nacional é quem faz as leis e o STF o executa, mas hoje no Brasil o STF é quem determina se obedece ou se derruba e cria outra lei por eles mesmo. Isso é Braziliiis.

O Supremo Tribunal Federal tem como principal função guardar a Constituição. Ou seja, cabe à Corte decidir se leis aprovadas pelo Legislativo estão ou não de acordo com a Constituição. Quando entende que há irregularidades, o STF pode suspender ou até anular essas leis. Esse papel é essencial em qualquer democracia, pois evita abusos de poder.

Por outro lado, o Congresso Nacional do Brasil formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado é o responsável por criar leis, representar o povo e fiscalizar o Executivo. Em teoria, é o principal espaço de decisão política do país.

O que tem gerado debate é a percepção de que o STF tem assumido protagonismo em temas que muitos consideram ser de responsabilidade do Parlamento. Questões políticas, sociais e até econômicas acabam sendo decididas na Corte, especialmente quando há omissão ou demora do Congresso em legislar sobre determinados assuntos.

Para alguns analistas, isso representa um desequilíbrio entre os poderes, com o Judiciário avançando sobre funções do Legislativo. Para outros, trata-se apenas do cumprimento do papel constitucional do STF, que precisa agir quando provocado e diante de lacunas legais deixada pelo o congresso, mas o caso é que o STF viu a brecha e se aproveitou tomando decisões que não é da ossada dele.

Na prática, o Brasil vive um cenário em que os dois poderes exercem grande influência. O Congresso continua sendo o responsável pelas leis e decisões políticas, mas o STF tem a palavra final quando há questionamentos constitucionais era para ser assim.

O desafio está em manter o equilíbrio entre os poderes, garantindo que cada instituição cumpra sua função sem ultrapassar seus limites. Afinal, uma democracia sólida depende justamente da harmonia e independência entre Executivo, Legislativo e Judiciário, agora cabe a você eleitor fazer essa limpeza no senado e na câmara federal.