Pesquisa: STF é a maior ameaça à liberdade de expressão, dizem 43% dos senadores
Levantamento inédito mostra Congresso conservador na segurança e com a direita unânime contra o Supremo
Por: Edilberto Araújo | 06/04/2026
Acorda acreanos e brasileiros mandatos no Brasil só dois (Foto: Radar News Diário)
Os três nomes mais fortes
colocados até agora na disputa pelo Governo do Acre para 2026 trazem um cenário
que, para muitos eleitores, parece repetir velhas práticas e figuras já
conhecidas da política local que não vai mudar em nada do que renunciou. A
sensação que cresce nas ruas é de que trocar um por outro pode acabar sendo
apenas “trocar seis por meia dúzia”, sem mudanças reais para o futuro do estado
a partir de 2027.
A política do ódio, quando se
elegem só trabalham para quem votou nele quem foi adversário na campanha é
tratado a ferro e fogo, quando termina as eleições o candidato escolhido vai
governar para todos, mas isso no Acre não existe e muito pior a nível de Brasil.
Esse sem duvidas deve ser o problema do Acre não se desenvolver tanto na indústria,
agro, geração de emprego e renda
Apesar de discursos renovados e
promessas de transformação, a população demonstra cansaço com lideranças que já
tiveram oportunidades de gestão ou influência direta no rumo político do Acre.
O questionamento é simples: o que de fato muda? Quais propostas concretas serão
apresentadas que realmente impactem áreas críticas como saúde, infraestrutura,
emprego e segurança?
O Acre precisa mais do que nomes
fortes, precisa de ideias novas, compromisso com resultados e, principalmente,
responsabilidade com o dinheiro público. A eleição de 2026 pode ser decisiva
para romper ciclos ou, mais uma vez, manter o estado preso a um modelo que
pouco evolui sempre continua com as mesmas práticas de corrupção e desvios.
Cabe ao eleitor analisar com
atenção para que esses calhordas não continuem enriquecendo às custas da
pobreza do Acre, cobrar posicionamentos claros e não se deixar levar apenas por
alianças políticas ou força de grupos. Afinal, o futuro do Acre não pode ser
decidido apenas entre os mesmos de sempre que nada fez ate agora pelo os
acreanos.