O Voto Comprometido e o Preço da Impunidade: Até Quando o Brasil e o Acre Vão Sustentar Corruptos?
A inversão de valores na urna reflete o colapso dos serviços básicos, deixando o cidadão de bem refém de políticos condenados e do crime organizado.
Da Redação | 10/06/2026
Pode vota para presidente na direita e senado vota para a esquerda? (Foto: Radar News Diário)
Diante da pesquisa realizada pela
Delta Agência de Pesquisa e publicada hoje (09/06), este jornal levanta os
seguintes questionamentos:
Se a maioria absoluta dos
acreanos pretende votar em Flávio Bolsonaro, quais serão os dois senadores
escolhidos por esses eleitores que rejeitam Lula? Se Flávio é de direita e os
acreanos buscam um Brasil alinhado aos seus ideais, quem serão os dois senadores
de direita que formarão a base de um Acre conservador, determinado a se livrar
das amarras da esquerda de quatro décadas?
Lembramos aos leitores que não
basta o candidato se autodeclarar de direita. É preciso saber quais atitudes
práticas serão tomadas para destravar a vida dos colonos e empresários do Acre
e dos demais estados da Amazônia Brasileira. Entre as demandas urgentes,
destacam-se:
Redução de impostos.
Liberdade para implementar a
agroindústria.
Facilitação de licenças
ambientais para plantios em áreas consolidadas.
Liberação de títulos de terras já
demarcadas pelo Incra / Terra Legal.
Os pré-candidatos ao Senado
Federal precisam decidir se caminharão ao lado de Flávio Bolsonaro ou se farão
o jogo de enganação contra os eleitores acreanos, que há anos sofrem com leis e
entraves causados por decisões irresponsáveis de políticos em Brasília.
Temos hoje seis candidatos ao
Senado pelo Acre. Entre eles, figuram personagens carimbados da política local
que atuam como "caixeiros-viajantes", vendendo ilusões ao povo para
tempos depois, retornarem com desculpas pelo atraso nos compromissos firmados
em campanha.
O eleitor não pode escolher um
presidente e, ao mesmo tempo, eleger senadores que farão um jogo sujo na hora
de decidir o futuro do Brasil. O Senado Federal tem o papel de fiscalizar o
Executivo e julgar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). São os
senadores que decidem o rumo do país, desde que tenham integridade moral e
independência para não se curvarem a chantagens, como muitos têm feito.
Afinal, quem serão os candidatos
desprovidos de mágoas e manchas políticas prontos para dizer ao povo acreano:
"Conte comigo para tudo, sou a sua voz em Brasília"?
Aquele que vota contra o
saneamento básico ou responde a processos no TSE, STJ ou STF já decretou sua
própria falência moral. Por isso, diante dos números apresentados, esperamos um
despertar de candidatos e eleitores. Quem apoia Flávio Bolsonaro precisa se
manifestar de forma clara. O posicionamento daqueles que votam com Lula e a
esquerda já é conhecido, evidenciando as indefinições do atual cenário
político.
O Acre não pode esperar pelos
indecisos; o estado precisa evoluir. Para que a direita se firme, é preciso
entender que o relógio da história corre à frente. Tudo o que gira à esquerda
tende a afrouxar. Relógio cujo ponteiro não gira para a direita atrasa e quem
atrasar nesta escolha estará contribuindo para o fracasso do Acre e do Brasil.
O eleitor acreano precisa ficar
atento e adotar uma postura de vigilância máxima na urna: escolher Flávio
Bolsonaro para a Presidência e, ao mesmo tempo, votar em um senador de esquerda
ou que apoia o PT é uma contradição perigosa. Esse tipo de voto cruzado anula a
força do próprio estado em Brasília, pois coloca no Congresso justamente
aqueles que farão oposição ferrenha e tentarão travar as pautas do presidente
escolhido. Portanto, muito cuidado, eleitor: votar sem coerência ideológica é
dar um tiro no pé do desenvolvimento do Acre.
Veja a foto da pesquisa de rejeição