Fala acre de Alan Rick, quantas famílias enganadas pelo instituto Léo Moura no Acre?
Que bom que agora tem o fala Acre para tirar as duvidas e denunciar os desmando dos políticos sujos na justiça também parabéns
Por: Edilberto Araújo | 11/05/2026
Acredite se quiser ( (Foto: Luiz Silveira/STF))
A ainda presidente do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, anulou uma multa que poderia chegar a
R$ 600 mil contra a dona de um perfil na rede social X por suposta divulgação
de "desinformação" durante o período pós-eleitoral de 2022. A punição
havia sido determinada em 2023 pelo ministro Alexandre de Moraes, mas a
ministra concluiu que a cobrança foi aplicada de forma indevida.
A decisão favorável a Rita de
Cássia Serrão foi publicada em junho de 2025, após pedido apresentado pela
defesa da usuária. O entendimento de Cármen Lúcia acompanhou parecer do
Ministério Público Eleitoral, que também considerou irregular a aplicação da penalidade.
A magistrada ainda destacou que
não houve comunicação formal prévia sobre a imposição da multa e que não foram
identificados conteúdos ilegais nas publicações analisadas.
“Ausente a intimação da decisão
que determinou a aplicação de multa em caso de reiteração de conteúdo já
bloqueado nos autos e não identificadas publicações contendo desinformação ou
apologia a atos atentatórios à Justiça Eleitoral e ao Estado democrático de
Direito, indevida a cobrança de multa fixada na decisão”, escreveu a ministra
segundo apuração publicada nesta segunda-feira (11) pela Folha de S. Paulo.
Cármen Lúcia preside o TSE até
esta terça-feira (12), quando o ministro Kássio Nunes Marques tomará posse do
cargo. É ele quem conduzirá as eleições presidenciais deste ano e, segundo
pessoas próximas, deve adotar um tom menos restritivo ao aplicado por Moraes em
2022, quando determinava a suspensão deliberada de perfis e postagens que
considerava nocivos ao processo eleitoral.
O caso de Rita de Cássia Serrão
teve origem em novembro de 2022, quando Moraes determinou a suspensão de
diversos perfis nas redes sociais em meio às contestações sobre o resultado das
eleições presidenciais. As contas foram enquadradas pelo TSE por suposta
divulgação de conteúdos considerados desinformativos contra a integridade do
processo eleitoral.
Em janeiro de 2023, o ministro
autorizou a reativação dos perfis e estabeleceu multa diária de R$ 20 mil em
caso de repetição das publicações. Segundo o processo, porém, os usuários não
foram notificados diretamente sobre a penalidade, já que as determinações foram
encaminhadas apenas às plataformas digitais.