Fala acre de Alan Rick, quantas famílias enganadas pelo instituto Léo Moura no Acre?
Que bom que agora tem o fala Acre para tirar as duvidas e denunciar os desmando dos políticos sujos na justiça também parabéns
Por: Nésio Mendes Carvalho | 07/05/2026
“Índio não quer viver isolado”, diz Bocalom em declaração que repercute (Foto: Divulgação Nésio Mendes)
Na segunda-feira passada (04/05),
o ex-prefeito da capital e atual pré-candidato ao Governo do Estado, Tião
Bocalom, cometeu o “sacrilégio” de usar palavras proibidas pelo index das
seitas progressistas (sim, a esquerda é sectária e extremamente autoritária).
Bocalom ousou dizer que “o índio
hoje não quer mais ficar lá no mato só comendo bicho”, o que fez com que a
militância indigenista e empregados de ONGs europeias surtassem nas redes
sociais e passassem a atacá-lo sob o pretexto de que ele não tem “lugar de
fala”.
Afinal, os índios querem
permanecer nas áreas de floresta, distantes da vida comunitária, nas vilas e
cidades próximas às suas aldeias, evitando o contato com não indígenas e
sobrevivendo exclusivamente da caça, da pesca e da coleta de sementes?
Qual foi o problema? Chamar
índios de índios, e não de “indígenas” ou “originários”, como dita a moda?
“Índio” é sinônimo de indígena, autóctone ou nativo, no sentido de
pertencimento ao território: aquilo que é interno, íntimo e intrínseco.
Trata-se de uma reação desproporcional e nada honesta por parte da militância
esquerdista.
Se quisermos encontrar respostas
para esses questionamentos, basta olharmos para a realidade vivida no país. Os
índios não são estrangeiros e nem precisam da tutela de ONGs. São cidadãos
brasileiros, seres humanos livres que precisam e querem acesso aos bens de
consumo, ao estudo de qualidade, à saúde, à mobilidade e à tecnologia. Negar
aos índios a participação plena é negar-lhes a cidadania brasileira; é ferir a
dignidade humana.
Vejamos quem são os indivíduos e
grupos que falam em nome dos índios — os tais “donos dos índios” no Acre. São,
em sua maioria, ligados a fundações estrangeiras, militantes partidários do PT,
PV, PSB ou PCdoB, ou pessoas que subvertem a identidade mestiça, apagando da
própria personalidade a herança branca e forjando uma etnicidade fictícia para
efeito de propaganda e guerra cultural.
Bocalom pode ter usado uma
linguagem simples, tosca e até um tanto agressiva aos ouvidos sensíveis da
militância identitária. Mas, como de costume, foi extremamente direto e disse
aquilo que muitos consideram ser a realidade. Os acreanos, indígenas e não
indígenas, querem e merecem acesso a estradas, infraestrutura, saneamento e,
sobretudo, liberdade para trabalhar e produzir em suas terras.
Porém, o que o chorume
esquerdista esperava de um candidato ao Governo? Provavelmente o mesmo que
recebeu do PT e da sua famigerada “FPA” ao longo de vinte anos duas décadas de
hegemonia política: lisonjas e mentiras!