Por: Edilberto Araújo | 21/05/2026
Lamentável essa situação de saúde no trabalho (Foto: Arquivo pessoal)
A equipe do Radar News Diário foi
procurada pela a professora zilmar Gonçalves de Lima sou profissional da
Educação do município de Porto Walter. “Venho comunicar que estou enfrentando
uma situação difícil no meu ambiente de trabalho. Possuo laudos médicos que
comprovam minhas limitações/condições de saúde, porém mesmo apresentando toda
documentação necessária, não estou recebendo o devido acolhimento por parte da
secretaria de educação e da gestão municipal”.
Segundo professora, “já procurei diálogo e apresentei os laudos e remédio depressivo ao secretário Ericson Araújo e ao prefeito César Andrade. Os laudos solicitando minha remoção da sala de aula, até o momento o pedido não foi aceito. Essa situação vem afetando minha saúde física, mental e emocional. Gostaria que minha história pudesse ser ouvida e analisada com responsabilidade, para que meus direitos sejam respeitados e para que outras pessoas que passam pela mesma situação também tenham voz. Tenho documentos e laudos que comprovam tudo o que estou relatando”. Zilmar Gonçalves de Lima.

Procuramos o Sr. Secretário de
Educação Ericson Araújo, ele com atenção e respeitosa falou a nossa equipe que.
“O município tem uma junta médica e também uma procuradoria jurídica. O
pedido dela foi encaminhado ao setor de pessoal e o mesmo fez o encaminhamento
para a junta médica para que seja avaliado o caso da referida servidora. Esse é
o procedimento legal que administração pública faz. Em relação a junta médica
eu não respondo pela mesma, a minha responsabilidade enquanto gestor da pasta
da educação é orientar os procedimentos cabíveis para a análise da junta médica
que existe no município”. Disse o Secretario
A situação tem causado revolta e
indignação a demora de resposta segundo falou secretario que, já encaminhou a
essa junta medica que ainda não respondeu, já que a professora afirma não
possuir condições de continuar exercendo suas atividades normalmente, colocando
em risco sua própria saúde. Mesmo diante da gravidade do caso e da documentação
médica apresentada, a gestão estaria mantendo a profissional em sala de aula
sem oferecer uma solução humana e responsável.
O caso levanta questionamentos
sobre a falta de sensibilidade da administração municipal com os servidores da
educação, especialmente aqueles que enfrentam problemas graves de saúde.
Enquanto isso, colegas e moradores cobram providências urgentes para que a
professora tenha seus direitos respeitados e receba o tratamento adequado sem
sofrer ainda mais pressão psicológica.