Por: Edilberto Araújo | 28/05/2026
Vivem nas sombras do poder. (Foto: Radar News Diário)
Os parasitas vivem de puxar saco
eles não produzem, não constroem, não geram empregos, não acordam cedo para
enfrentar o batente pesado de quem carrega o país nas costas. Ainda assim,
desfilam em carros novos, frequentam restaurantes caros, vivem em gabinetes com
ar-condicionado e sustentam uma falsa imagem de “influência” enquanto o
trabalhador sua para sobreviver.
São os parasitas do sistema.
Gente que transformou a política
em balcão de negócios e a comunicação em moeda de troca. Muitos se escondem
atrás de rede sociais sites e blogues para sugar o dinheiro suado do
trabalhador, para se dar bem sendo moleque de recado de políticos, sem endereço
fixo, sem compromisso com a verdade ou com o povo. Não fazem jornalismo; fazem
propaganda paga para agradar político. Não defendem causas; defendem contratos.
Vivem de bajular políticos em troca de migalhas retiradas dos cofres públicos
dinheiro que deveria ir para saúde, educação, segurança e infraestrutura é
surrupiado por puxa saco.
Enquanto o pai de família luta
para colocar comida na mesa, esses aproveitadores vivem do suor alheio. São
especialistas em puxar saco de autoridades, criar narrativas convenientes e
atacar quem denuncia os abusos causados por políticos que quer se dar bem.
Quanto maior a bajulação, maior a recompensa recebe do político. O silêncio
diante da corrupção virou investimento lucrativo de puxa saco.
O mais revoltante é que tudo isso
acontece diante dos olhos da população. O trabalhador paga imposto em cada
conta, em cada compra que faz, em cada litro de combustível, mas vê o dinheiro
escorrendo para alimentar uma máquina de interesses, vaidades e privilégios.
Uma verdadeira indústria da dependência política, onde alguns aprenderam que é
mais fácil viver pendurados no poder do que trabalhar com dignidade.
Esses parasitas não sobrevivem
sem o sistema. Precisam dele como carrapatos precisam do sangue do animal.
Alimentam-se da estrutura pública, da bajulação e da manipulação. Não possuem
independência, apenas conveniência. Mudam de lado conforme o vento político
sopra, porque sua fidelidade nunca foi ao povo sempre foi ao dinheiro por
bajular.
E enquanto houver silêncio, eles
continuarão crescendo, ocupando espaços, vendendo opinião e sugando os recursos
de quem realmente produz neste país.
O trabalhador brasileiro não
merece sustentar oportunistas travestidos de comunicadores, assessores ou
defensores do povo. O Brasil precisa valorizar quem trabalha de verdade, quem
acorda cedo, quem produz, quem empreende e quem luta honestamente pela sobrevivência.
Porque uma nação adoece quando os
parasitas passam a viver melhor do que aqueles que carregam o peso do trabalho
nas costas.
Por: Edilberto Araújo