Obra de ex-governador é abandonada no interior do Acre por rixa política, e prejuízo recai sobre o povo
Descasos com o dinheiro publico toma conta no atual governo do Acre
Por: Edilberto Araújo |
26/03/2026
(Foto: Radar News Diário)
Uma obra pública iniciada durante
a gestão do ex-governador do Acre Jorge Viana (PT/AC encontra-se atualmente
abandonada com o mato tomando de conta em Porto Walter interior do estado,
levantando questionamentos e revolta por parte da população local. O motivo
apontado nos bastidores seria uma rixa política entre o grupo do atual
governador, que teria resultado na paralisação dos trabalhos onde já funcionou
por muito tempo e hoje está abandonado.
Moradores denunciam que o
projeto, que deveria trazer melhorias significativas para a comunidade, hoje se
transformou em símbolo de descaso e desperdício de dinheiro público, onde já
funcionou a secretaria de educação do estado, o quartel da PM, segundo Gena
presidente da colônia de pescador, hoje o estado paga aluguel para manter a
secretaria quando deveria reformar e economizar. Estruturas se destruindo,
materiais deteriorando e o mato tomando conta do local são sinais claros do
abandono por parte do governo do Acre.
Moradores apontam que a
descontinuidade administrativa, motivada por disputas e rixas políticas,
prejudica diretamente o desenvolvimento da cidade, além de gerar prejuízos
financeiros que recaem sobre toda a população. Recursos que poderiam estar
sendo utilizados em saúde, educação ou infraestrutura acabam sendo
desperdiçados com o abandono do prédio.
A população cobra transparência e
responsabilidade dos gestores públicos, além da retomada da restauração imediata
do prédio para ou a devida explicação sobre os motivos da paralisação. Para
muitos, a politicagem não pode estar acima das necessidades do povo.
Enquanto isso, o cenário
permanece o mesmo: um prédio que poderia está em uso se encontra abandonado,
dinheiro público comprometido e a população mais uma vez pagando a conta de
decisões que deveriam priorizar o interesse coletivo e não as vontades de um
gestor por rixa política, comentou o morador Gena.