Por: Edilberto Araújo | 28/05/2026
Será esses os representantes que queremos? (Foto: Radar News Diário)
O Acre vai sofrer graves
consequências com o fim da escala 6x1. O estado já enfrenta dificuldades na
geração de empregos para sua população, imagine então como será o futuro diante
dessa mudança. Sem dúvidas, grande parte da culpa recai sobre nossos representantes,
que pensam apenas em se reeleger e acabam votando para agradar meia dúzia, sem
considerar quantas empresas poderão fechar as portas e quantas famílias poderão
ficar sem alimento na mesa.
O Estado precisa dar liberdade
aos empregadores para contratar mão de obra conforme suas necessidades,
fiscalizando as condições de trabalho, mas sem impor regras excessivas sobre
como contratar ou quem contratar.
A saída para este debate entre
políticos corruptos, que exploram os trabalhadores, e os setores ligados à
geração de empregos é simples: mais liberdade para o trabalhador e para o
empregador.
Fim da CLT.
Liberdade para o cidadão
trabalhar até 12 horas por dia, com remuneração baseada nas horas efetivamente
trabalhadas.
Quem quiser trabalhar 4 horas por
dia, trabalhe. Quem desejar trabalhar 6, 8, 10 ou 12 horas, que isso seja
definido em comum acordo entre empregado e empregador.
Existem empresas que precisam de
agilidade para entregar produtos e encomendas. Nesses casos, quem tiver
disponibilidade para trabalhar mais, que tenha esse direito garantido.
Pôs EU. Europa e Reino Unido as
empresas contratam mão de obras conformes suas demandas pagando por horas
trabalhadas os empregados tem sua carga horaria conforme suas necessidades se precisar
de mais trabalhando até 12 horas por dia. O Estado intervém apenas para
garantir segurança no trabalho e assegurar que as empresas não prejudiquem os
trabalhadores.
No Brasil, infelizmente, a
realidade é diferente. O governo muitas vezes prejudica os trabalhadores e
impõe penalidades excessivas aos empresários, o que acaba gerando desemprego e
miséria.
Enquanto isso, alguns defensores
da redução da jornada de trabalho oferecem migalhas para manter parte da
população dependente e sem perspectivas de um futuro melhor para seus filhos.
Agora, a resposta precisa ser
dada nas urnas. Não reeleja esses que se apresentam como representantes do
povo, mas agem como verdadeiros traidores da população. Diga não nas urnas.
O debate sobre o fim da escala
6x1 é politiqueiro e voltou a ganhar força no Brasil e vem sendo tratado por
muitos políticos como uma grande “conquista” para os trabalhadores. Porém,
economistas, empresários e até trabalhadores mais atentos começam a questionar:
quem vai pagar essa conta no futuro?
Na prática, reduzir jornadas sem
uma análise profunda da realidade econômica brasileira pode provocar um efeito
contrário ao prometido. Em vez de melhorar a vida do trabalhador, o país pode
enfrentar uma onda de desemprego, fechamento de empresas e aumento da
informalidade e com isso trazer mais miséria ao país.
O Brasil já vive uma das maiores
cargas tributárias do mundo, além de juros altos, burocracia e dificuldades
para quem empreende. Pequenos e médios empresários lutam diariamente para
manter portas abertas, pagar salários, impostos e sobreviver diante de uma
economia fragilizada. Agora imagine aumentar custos trabalhistas sem
crescimento econômico real dá certo isso.
Muitos empresários afirmam que
não terão condições de contratar mais funcionários para cobrir novas escalas. O
resultado pode ser demissões em massa, cortes de benefícios e até falências. No
comércio, na indústria e no setor de serviços, principalmente entre pequenos
negócios, o medo é, de uma verdadeira quebradeira total.
Essa conta tem que ser colocada
nos deputados que foram a favor da escala 6+1, eles só estão preocupados no
momento em ganhar seu voto e não verem a quebradeira no estado e país. Marque bem
os deputados que votaram para o fim da escala 6+1 e diga não em outubro nas
eleições eles não pensaram em nós e sim em se reeleger.
Enquanto isso, políticos aparecem
como “defensores do povo”, levantando bandeiras populares em períodos
estratégicos. A pergunta que fica é: estão realmente preocupados com o
trabalhador ou apenas pensando nas próximas eleições?
Criar leis que soam bonitas no
discurso é fácil. Difícil é garantir que elas funcionem sem destruir empregos.
O trabalhador brasileiro não precisa apenas de menos dias de trabalho; precisa
de salário digno, economia forte, empresas produzindo e oportunidades de
crescimento para todos.
Muitos especialistas alertam que
medidas tomadas apenas para agradar eleitores no momento podem causar
consequências graves no futuro. Afinal, sem empresas funcionando, não existe
emprego. E sem emprego, aumenta a miséria, a dependência social e o sofrimento
da população causado por essa atitude irresponsável dos deputados.
O debate precisa ser sério,
responsável e longe do populismo político. O Brasil não pode continuar tomando
decisões emocionais enquanto a economia dá sinais de fragilidade. Antes de
prometer benefícios imediatos, os governantes deveriam pensar se o país terá
condições de sustentar essas mudanças daqui a alguns anos.
Porque no final, quem mais sofre
com decisões erradas nunca é o político em Brasília é o trabalhador comum, que
perde o emprego, o empresário que fecha as portas e a população que paga a
conta da crise.
O objetivo da esquerda e aliados
no mundo é deixar o povo na miséria para que eles os esquerdistas vivão bem.