As Forças Integradas de Combate
ao Crime Organizado (FICCOs) deflagraram nesta manhã (18) a Operação Força
Integrada, com ações simultâneas em 15 estados contra tráfico de drogas e
armas, facções criminosas e lavagem de dinheiro.
Ao todo, são cumpridos 180
mandados de busca e apreensão e 112 mandados de prisão em Alagoas, Amazonas,
Amapá, Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Maranhão,
Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe.
Em 2025, as FICCOs já realizaram
246 operações, com mais de 2 mil mandados de busca e apreensão e mais de 1,5
mil mandados de prisão.
Criadas no modelo de
força-tarefa, as FICCOs reúnem polícias civis, militares e penais, guardas
municipais, Polícia Rodoviária Federal, SENAPPEN e secretarias estaduais, sob
coordenação da Polícia Federal. Atualmente, são 39 unidades em atuação em todo
o país e no DF.
A operação reúne ações regionais
com foco em organizações criminosas. Em Campinas (SP), a Operação Dry Fall mira
grupo ligado ao Comando Vermelho, com 37 prisões e bloqueio de mais de 100
contas, com valores que podem chegar a R$ 70 milhões.
Em Pernambuco, a Operação Roça
cumpre 49 mandados de busca e 15 de prisão contra grupo envolvido com tráfico,
roubo de cargas e lavagem de dinheiro, com bloqueio de até R$ 5 milhões.
No Maranhão, a Operação Ictio
mira esquema de tráfico de cocaína e crack, com bloqueio de R$ 297 milhões e
apreensão de bens.
No Rio Grande do Sul, a Operação
Célula Oculta cumpre 18 buscas e 11 prisões contra grupo que atua no tráfico de
drogas.
Na Bahia, a Operação Epílogo
executa 8 mandados de busca e 7 de prisão. No Espírito Santo, a Operação
Turquia II investiga desvio de drogas apreendidas, com 5 prisões e afastamento
de servidor.
No Amazonas, a Operação Rastreio
apura tráfico via aeroporto de Manaus. Em Alagoas, a Operação Última Fatia
investiga grupo que usava pizzaria como fachada.
Em Goiás, a Operação Corrosão II
cumpre mandados contra suspeitos de tráfico e lavagem. No Pará, as operações
Covil II e Custus Legis atingem integrantes do Comando Vermelho e uma
ex-servidora do Judiciário.
Sergipe, Amapá, Paraná, Minas
Gerais e Ceará também registram ações simultâneas com prisões e buscas voltadas
ao combate ao crime organizado.