Fala acre de Alan Rick, quantas famílias enganadas pelo instituto Léo Moura no Acre?
Que bom que agora tem o fala Acre para tirar as duvidas e denunciar os desmando dos políticos sujos na justiça também parabéns
Por: Nesio Carvalho Mendes | 30/04/2026
O Brasil precisa de uma faxina geral (Foto: Radar News Diário)
O Brasil não é para amadores.
Este é um dos provérbios mais repetidos nas rodas de conversa diante de tantos
episódios envolvendo política e grandes negócios.
A TV gaúcha expôs uma trama em
que simples açougueiros de Goiás foram impulsionados por recursos do BNDES e do
FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) durante os governos Lula 1 e 2 e Dilma 1 e
2. Esses bilhões dos cofres públicos ajudaram a transformá-los em grandes
produtores de proteína animal — carnes bovina, de frango e suína.
Depois de diversos escândalos, em
um movimento envolvendo o governo americano de Joe Biden, os irmãos Batista
levaram a sede da JBS/Friboi para os Estados Unidos. De lá, ampliaram sua
presença no mercado de carnes em toda a América do Sul. Hoje, controlam mais de
50 marcas de produtos consumidos diariamente por brasileiros e sul-americanos.
Outro ponto polêmico foi a compra
de termelétricas na Amazônia brasileira. As usinas estariam operando com
grandes prejuízos e, segundo críticas, após reuniões no Palácio da Alvorada,
foi publicada uma portaria que transferiu para a União os débitos adquiridos
pelos novos controladores.
Na prática, esse custo acabou
sendo repassado para a conta de energia de milhões de brasileiros.
Agora surge mais um capítulo
envolvendo os irmãos Batista e Lula. Eles aparecem como acionistas da empresa
Avibras. Muitos leitores talvez nunca tenham ouvido falar dela.
Pois bem, a Avibras é uma das
principais indústrias bélicas do Brasil e estava em recuperação judicial. Em
abril de 2026, foi anunciado que Joesley Batista, do grupo J&F, assumirá o
controle da companhia para retomar a produção e quitar dívidas. A operação
evita a venda para grupos estrangeiros e mantém no país a fabricação de
sistemas estratégicos, como o ASTROS.
A empresa, sediada em São José
dos Campos (SP), enfrenta crise desde março de 2022, com dívidas superiores a
R$ 600 milhões. Uma greve de funcionários, que durou cerca de três anos e meio,
foi encerrada em março de 2026 após acordo judicial para pagamento de salários
atrasados.
Diante disso, surge o
questionamento de muitos brasileiros: agora as Forças Armadas terão como
fornecedor de armas um grupo empresarial cercado de controvérsias e relações
políticas históricas?
Alguém poderia explicar tudo
isso?