Pesquisa: STF é a maior ameaça à liberdade de expressão, dizem 43% dos senadores
Levantamento inédito mostra Congresso conservador na segurança e com a direita unânime contra o Supremo
Por: Edilberto Araújo | 05/04/2026
Essa pouca vergonha quando vai acabar roubo dos velhinhos tem apoio de grande do congresso (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)
O Governo Federal, em uma ação
coordenada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), efetuou a devolução
de R$ 3.011.377.439,58 a aposentados e pensionistas que foram indevidamente
lesados por descontos associativos não autorizados em seus benefícios
previdenciários. A restituição é resultado de um acordo de ressarcimento,
acionado após a devida contestação por parte dos segurados.
Até o presente momento, um total
de 4.431.470 beneficiários aderiram formalmente ao acordo, assegurando, dessa
forma, a devolução dos montantes descontados indevidamente. O INSS anunciou a
prorrogação do prazo para que aposentados e pensionistas possam contestar os
descontos associativos não autorizados, estendendo-o até o dia 20 de junho de
2026.
Para ter direito à devolução de
valores descontados entre março de 2020 e março de 2025, o segurado deve:
Consulta da situação: verificar
sua situação pelo Meu INSS, pela Central 135 ou nas agências dos Correios;
Contestar o desconto: informar ao
INSS sobre a cobrança não autorizada pelo aplicativo Meu INSS ou
presencialmente nas agências dos Correios;
Aguardar a análise: a entidade
associativa tem até 15 dias úteis para se manifestar;
Aderir ao acordo: se a entidade
não responder ou apresentar documento irregular (como assinatura falsa), o
sistema libera a opção de adesão para o recebimento do valor.
Após a aceitação do acordo, o
depósito do valor devido é realizado na conta do beneficiário em um prazo de
até três dias úteis. Para grupos específicos, como indígenas, quilombolas e
idosos com idade superior a 80 anos, o ressarcimento é processado de maneira
automática na folha de pagamento, dispensando a necessidade de adesão manual.
O INSS orienta que não envia
links ou mensagens solicitando dados pessoais e que não cobra taxas nem utiliza
intermediários para ressarcimentos. Segundo o órgão o INSS "não envia
links ou SMS solicitando dados pessoais; O Instituto não cobra taxas nem
utiliza intermediários para o ressarcimento; Toda a comunicação oficial ocorre
apenas pelo Meu INSS, pelo site gov.br/inss,
pela Central 135 e pelas agências dos Correios."