Fala acre de Alan Rick, quantas famílias enganadas pelo instituto Léo Moura no Acre?
Que bom que agora tem o fala Acre para tirar as duvidas e denunciar os desmando dos políticos sujos na justiça também parabéns
Por: Edilberto Araújo | 06/05/2026
A casa caiu o dançarino dançou ( Por: Diego Gurgel/Secom)
O ex-governador do Acre e
pré-candidato ao Senado, Gladson Cameli, sofreu uma condenação no Superior
Tribunal de Justiça (STJ). A Corte condenou o ex-governador do Acre Gladson
Cameli a 25 anos e 9 meses de prisão por desviar dinheiro público, liderar
organização criminosa e fraudar licitações a fim de beneficiar empresas de
familiares durante seu mandato.
A condenação pela prática dos
crimes foi unânime, mas os ministros divergiram quanto à dosimetria. que cai
como uma bomba no cenário político. A decisão expõe, de forma direta,
irregularidades atribuídas à sua gestão e coloca sob suspeita o discurso de
responsabilidade administrativa que tenta sustentar em sua pré-campanha.
Prevaleceu o entendimento da
relatora, ministra Nancy Andrighi, de que Cameli deve responder também por
lavagem de dinheiro e de que cada pagamento realizado constitui peculato, de
modo a reconhecer a continuidade delitiva do desvio de recursos. Além dos 25
anos e 9 meses de reclusão, ela determinou pagamento de multa e indenização de
R$ 11 milhões.
O julgamento apontou falhas
graves na condução de atos públicos, reforçando o entendimento de que houve
desrespeito a normas básicas da administração e possível mau uso de recursos. A
condenação não é apenas mais um episódio jurídico: é um duro golpe na credibilidade
de quem agora busca uma cadeira no Senado.
Mesmo com a possibilidade de
recurso, o desgaste é imediato e inevitável. A imagem de Cameli passa a
carregar o peso de uma decisão judicial de alto nível, o que deve ser explorado
à exaustão por adversários durante o período eleitoral.
Nos bastidores, o clima é de
tensão. Aliados tentam minimizar o impacto, enquanto opositores veem na
condenação a prova de que o ex-governador não reúne as condições morais e
administrativas para representar o estado em Brasília.
A decisão do STJ lança uma sombra
sobre a pré-candidatura de Gladson Cameli e reacende um alerta ao eleitor: até
que ponto nomes envolvidos em condenações devem continuar disputando cargos
públicos?
Agora é torcer que o STF caso
seja acionado não passe a mão na cabeça de corrupto e seja contra a corrupção.