Fala acre de Alan Rick, quantas famílias enganadas pelo instituto Léo Moura no Acre?
Que bom que agora tem o fala Acre para tirar as duvidas e denunciar os desmando dos políticos sujos na justiça também parabéns
Por: Edilberto Araújo | 30/04/2026
Que vergonha politico que representa o povo (Foto: divulgação PF)
Uma anotação manuscrita
registrada no livro de ocorrências do Aeroporto Catarina, em São Roque (SP),
passou a integrar uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura a
liberação de bagagens sem inspeção por raio-X em um voo que transportava
autoridades e um empresário do setor de apostas online. As informações são do
portal G1.
O registro foi feito por um
agente de proteção da aviação civil (APAC), responsável por relatar eventuais
irregularidades no sistema de segurança aeroportuária.
Segundo o conteúdo do bilhete,
incluído no inquérito, o auditor fiscal da Receita Federal Marco Antônio
Canella teria autorizado a passagem de malas e bolsas sem fiscalização,
inclusive com objetos como eletrônicos e garrafas, além de bagagens de tripulantes,
mesmo após o acionamento do pórtico de segurança.
A aeronave, identificada como
PP-OIG, partiu da ilha de São Martinho, no Caribe, considerada paraíso fiscal
pela Receita Federal. O avião pertence ao empresário Fernando Oliveira Lima,
conhecido como “Fernandin OIG”, que já foi ouvido na CPI das Bets no Senado.
De acordo com a lista de
passageiros obtida pela investigação, estavam a bordo o presidente da Câmara,
Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI), além dos
deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). O proprietário da
aeronave também integrava o grupo.
A Polícia Federal investiga se o
episódio foi isolado ou se há indícios de prática recorrente. Os fatos podem
configurar crimes como prevaricação e facilitação de contrabando. Com a
presença de parlamentares com foro privilegiado, o caso foi encaminhado ao
Supremo Tribunal Federal.
O ministro Alexandre de Moraes
determinou o envio do inquérito à Procuradoria-Geral da República, que deverá
avaliar o andamento das apurações.
Em manifestação, o piloto José
Jorge de Oliveira Júnior afirmou não se recordar do episódio, mas disse seguir
protocolos padrão, nos quais cada passageiro desembarca com seus próprios
pertences e responde individualmente por eles.
Procurado, Hugo Motta declarou
que cumpriu todas as exigências legais no desembarque e que aguardará a
manifestação da PGR.